Ela inventou uma profissão: arqueolojista.

por em Inspiração, Viagem

A portuguesa Maria Miguel Pereira é um desses seres que nos enche de inspiração. Ela é jornalista, fotógrafa, linda e arqueolojista.

Quê? Sobre sua invenção inventada, ela define que arqueolojista é “pessoa apaixonada por lojas antigas que se dedica à caça, descoberta e catalogação dos achados do comércio tradicional.”

Mami Pereira gosta é de bater perna para lá e para cá e escutar o que as pessoas e os lugares com histórias têm a dizer. Ela une imagens lindas de lojas antigas com seus relatos encantadores, que são como crônicas.

A linda arqueolojista.
A linda arqueolojista.

Um pouco do que a arqueolojista desbravou:

www.arqueolojista.com
www.arqueolojista.com

Sofria-se ora de tédio ora de paixões trágicas e abusava-se das palavras francesas para requintar a realidade. Nessa altura, o número 63 era a Mercearia Fidelidade e vendia chás, cafés e tudo o que exigisse um bom proveito ou apetite.”

Mercearia Fidelidade/ Memórias do Tempo.
Mercearia Fidelidade/ Memórias do Tempo.
Memórias do Tempo.
Memórias do Tempo.
Memórias do Tempo.
Memórias do Tempo.

Na minha próxima visita a Portugal, estou certa que vou passar pelo Franco Gravador e fazer mil plaquinhas. De “Entre sem bater” até “Abra a janela”.

Franco Gravador.
Franco Gravador.
Franco Gravador.
Franco Gravador.

Curiosa que sou, fiz umas perguntinhas para a querida:

Você já teve um emprego daqueles em que você é obrigada a trabalhar das 9h às 18h? 
{Mami}
Não. A minha vida sempre foi das 11h às 03h. Durante o dia gosto de curtir a cidade, andar pelas ruas, saber o que mora atrás das portas fechadas, espreitar pelas janelas, fotografar à toa, conhecer aqueles personagens inesquecíveis, beber o cafézinho na esplanada, puxar do guardanapo e deixar a caneta viajar. À noite, ponho o vinil a tocar e edito as fotografias, passo o dia para o papel. É uma vida açucarada. Este projecto só podia ter surgido de uma existência inspirada.

Você consegue se sustentar com o seu site?
{Mami}
Ele não me sustenta, nem me alimenta, mas os meus dias, é ele que apimenta. É um projecto que nasceu do coração. Coração tem lá conta no banco! Por agora é uma aventura pessoal, um filho pequenino, ainda não tem deveres, pode brincar à vontade. Já surgiram óptimas ideias e oportunidades, vou escolhendo com calma.

Você já imagina os próximos passos da Arqueolojista, como por exemplo, desbravar as lojinhas de outros cantos do mundo?
{Mami}
Antes dos cantos do mundo ainda tenho que descobrir os cantos à casa. Portugal tem muita lojinha encantada. Quero fazer uma viagem por essas terras e bisbilhotar tudo. Depois sim, o mundo que se prepare.

Como foi expor aqui em Curitiba?
{Mami}
Expor em Curitiba foi uma experiência inesquecível. Primeiro pelas pessoas que conheci, super profissionais e acolhedoras. Curitiba é uma cidade especial e tem uma comunidade artística surpreendente. Adorei todo o ambiente, o Bar Fidel, a preparação, a inauguração, as pessoas cheias daquela curiosidade boa. Fiz até uma saída fotográfica com um grupo bem simpático, fomos feitos exploradores descobrir as lojas velhinhas que ainda existem. Não vou esquecer nunca. Brasil apaixona.

Obrigada, Maria!
Obrigada, Maria!

Te devo uma Ginjinha!

Ginjinha Espinheira.
Ginjinha Espinheira.
Ginjinha Espinheira.
Ginjinha Espinheira.
Ginjinha Sem Rival.
Ginjinha Sem Rival.

Para curtir a página no face da Arqueolojista, clique aqui.

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