inspiração da dor > lindsay bottos.

por em Inspiração

é inegável que a dor traz muito mais inspiração do que dias felizes. aliás, lembrei de um post muito bom sobre isso:

“Em 1994, o psiquiatra Felix Post publicou um artigo no British Journal of Psychiatrychamado “Creativity and psychopathology: A study of 291 world-famous men” [Criatividade e psicopatologia: Um estudo de 291 personalidades]. Analisando a biografia de grandes cientistas, filósofos, estadistas, pintores e músicos, buscou determinar a prevalência de distúrbios mentais nesses indivíduos, que supostamente aliariam genialidade e loucura. Ao contrário do esperado, eles até que eram normais. […] Um único grupo se destacava: o dos escritores. Espantosos 88% possuíam traços de psicopatologia acentuada ou severa, e 72% sofriam de depressão profunda. Em relação à população geral, os índices eram também elevados.

(leia mais aqui)

e a verdade é essa. eu, longe de ser uma escritora, apenas entusiasta das letrinhas, não consigo escrever nada porque ando feliz. quase sempre é assim. e isso é complicado.

tô pensando em me enfiar em alguma furada pra ver se sai alguma coisa. na verdade, se eu quiser parar uns minutinhos e me aprofundar nas coisas que estão uma merda, eu posso. apenas não quero.

falando nisso, vi um trabalho que me tocou e que me pareceu ser fruto de um sofrimento, de um término, de uma despedida. a artista se chama Lindsay Bottos.

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me dei conta de que eu poderia ter aproveitado fotos e cartas que já joguei fora e fazer outra coisa. tá anotado.

achei a referência aqui.

=)

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